Archive for julho, 2010

Meio ambiente


As origens da destruição do meio ambiente

Não precisamos ser cientistas especializados para perceber que o modelo sócio-econômico-cultural que dita as regras no mundo de hoje é o grande responsável pela velocidade espantosa da degradação do meio ambiente.  Podemos afirmar, sem erro, que a maior parte da destruição da fauna, da flora, das águas e de outros patrimônios da humanidade, é ocasionada pela união criminosa entre falsos “homens de negócio” e pseudo “líderes políticos” que, disfarçados sob o nome respeitável de “empreendedores”, agem, na verdade, como um terrível bando de gafanhotos sobre os recursos naturais. E um absurdo desses precisa de dois ingredientes básicos para poder existir: miséria e ignorância. E, vamos e venhamos, o mundo, infelizmente, tem fartura destas duas matérias-primas.

Eu, que venho de uma família de agricultores, sei bem que uma pessoa que dependa efetivamente da terra para viver, jamais irá destruí-la, pelo contrário, tudo fará para que o seu meio de produção continue existindo. E, indo mais além, posso afirmar que o verdadeiro agricultor efetivamente ganha amor à sua terra e mais orgulho sente quando ela está viva, fértil, bonita e produtiva. O agricultor pode até errar em algumas ocasiões, mas sempre desejando o melhor, pensando em muitas gerações no futuro. Quando treinado, ele passa a aplicar as técnicas corretas com a maior boa vontade. Mas, para que possamos contar com esta grande rede de proteção à natureza, formada pelos verdadeiros agricultores, precisamos encontrar uma maneira efetiva de valoriza-los, apóia-los, compensá-los pelos seus esforços.

Só desta maneira poderemos proteger a natureza. Pois, com a falência e o abandono das propriedades pelos verdadeiros agricultores, na maioria das vezes elas passam às mãos dos especuladores. E essa espécie de exploradores, ainda em estágio primitivo, sob domínio da cobiça, não tem nenhuma ligação moral, ética ou emocional com a natureza. Não importa a eles que o presente seja violento, pobre, doente e o futuro ainda mais sombrio, desde que as suas burras estejam cheias de dinheiro fácil.

Resumindo, se quisermos proteger o meio ambiente que resta e recuperar o que ainda for possível, precisamos garantir a PROSPERIDADE do homem do campo. Eles e seus filhos devem ter bons rendimentos, boa educação, bom atendimento de saúde, assim como acesso facilitado a tecnologias e facilidades do mundo moderno. Pois pouquíssima gente está disposta, hoje em dia, a ficar isolado no meio do mato, enquanto o  mundo se comunica de maneira veloz.

Contra a miséria, a prosperidade. Contra a ignorância, a informação. Creio que com estes dois remédios poderemos enfrentar e vencer os verdadeiros vetores da doença em que se transformou a destruição, o desperdício e a pilhagem dos recursos naturais.

João Destro

Prevenção

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Evitar acidentes na área do pré-sal

deve ser meta número 1 da Petrobrás.

O vazamento do poço de petróleo na costa norte-americana não foi apenas uma catástrofe ambiental sem precedentes, mas, também, um desastre econômico e financeiro. Pois a conta com multas, indenizações, limpeza e recuperação poderá chegar, facilmente, à casa dos trilhões de dólares. E isso sem contar os inúmeros processos individuais que os cidadãos americanos poderão levar à justiça.
Por isso, creio que o Brasil e a Petrobrás devem repensar seriamente a questão da segurança em todos os seus empreendimentos, especialmente aqueles realizados em grandes profundidades, que são de dificílimo e caríssimo acesso.  E deve tomar estas precauções, inclusive, na forma de grandes apólices de seguros.
A exploração do petróleo existente na camada pré-sal das nossas costas mal começou. Ainda dá tempo de criar rígidos e bem pensados sistemas de segurança, para evitar, para prevenir antes que o pior aconteça. Seria desastroso para a nossa natureza e também para as finanças de nossa grande companhia de petróleo.
O petróleo do pré-sal é nosso. Vamos cuidar para que ele só nos traga lucros criando, desde já, uma comissão multidisciplinar de acompanhamento, formada por técnicos especializados e representantes das várias instâncias democráticas, inclusive o parlamento. Para que o desastre acontecido no hemisfério norte sirva, ao menos, como alerta.

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Frase do senador romano sobre economia

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Como aumentar a renda dos brasileiros? Façam como os romanos…

Amigos, quero ser Deputado Federal não para reinventar a roda ou inventar moda, mas sim para levar a Brasília um pouco de bom senso em termos de diretrizes econômicas. Que é, em síntese, apoio ao empreendedor, juros mais baixos, incentivo à criatividade em alta tecnologia, justo pagamento a quem trabalha, mérito para quem merece. Quase nenhuma novidade, não é mesmo? Mas, às vezes, o melhor conselho vem do passado. Inclusive, hoje deixo uma frase para vocês analisarem. Ela é de um senador, mas da Roma antiga é tem mais de 2000 anos. Ela lembra alguma coisa dos dias de hoje? Digam lá!

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Beatles Forever

E que venha o sol!

Meus amigos, como já disse aqui, sou um otimista incorrigível. E quando às vezes os problemas tentame me jogar no chão eu trato o meu espírito com mensagens bonitas, cheias de humanidade. Como esta, dos Beatles, para ouvir todas as vezes que estiver diante de um problema que, no momento, parece insolúvel. Não sou médico, mas faço questão de recomendar “Here Comes The Sun” ao menos uma vez ao dia. É certeza de boas energias!

Com um abraço do DJ Destro.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=U6tV11acSRk&feature=related]

Os Campos Gerais também querem um novo Paraná

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Em um dos seus mais concorridos eventos políticos, Ponta Grossa responde com entusiasmo às candidaturas de João Destro e Selma Cogo

O desejo de mudança da população paranaense fica mais uma vez evidenciado e Ponta Grossa não é exceção neste movimento que ganha as ruas e promete se refletir fortemente nas urnas.

Essa vontade de um Paraná maior e melhor, unido e forte, foi demonstrada, com todas as letras, no lançamento da campanha conjunta de Selma Cogo para a Assembléia Legislativa e de João Destro a Deputado Federal na grande cidade dos Campos Gerais. Tanto é assim que aquilo que poderia ser mais um evento circunscrito aos partidos e seus cabos eleitorais, tornou-se uma festa democrática, com a presença de representantes dos mais diversos segmentos, além de lideranças políticas, sindicais e religiosas que lotaram as dependências do Clube Sírio Libanês. E não foi por acaso que tantas e tão representativas pessoas resolveram prestigiar o evento. Percebe-se claramente que a sociedade paranaense deseja mudanças e que está disposta a investir seu apoio em candidaturas fortes e independentes.

Selma Cogo foi aplaudida de pé pelos convidados e, ao usar da palavra, saudou a todos com otimismo, falando de sua história política e motivando a cada um para a nova etapa que a cidade começa a viver com sua candidatura a Assembléia Legislativa, como a primeira mulher a encarar as urnas para representar Ponta Grossa.

“Estou feliz com as presenças de cada um que acredita em nossa caminhada. Estou tranqüila, por saber que são pessoas que sabem valorizar cada voto e vão estar conosco em todos os momentos de nossa campanha”, disse ela emocionada.

Mais adiante em seu belo discurso, Selma Cogo falou de seu companheiro de chapa, “sinto uma imensa alegria em somar meus votos com este guerreiro da vida empresarial do Paraná. João Destro, é uma referência e um exemplo para todos que desejam a prosperidade calcada no trabalho e nas oportunidades que a vida possa oferecer. Mas como diz ele, é preciso buscar também esta oportunidade e com ele ao nosso lado, concorrendo a Câmara Federal, estamos certos de que teremos canais abertos em Brasília, e poderemos contar sempre com o João Destro, uma presença constante em nossa cidade e disposto a trabalhar junto nos projetos em prol da sociedade”, finalizou Selma Cogo.

João Destro, emocionado

Da mesma forma que a candidata à Assembléia Legislativa, João Destro, que concorre a Câmara Federal, foi feliz em seu pronunciamento, falando para o grande público que, alegre, participante e cheio de energia, lotava o tradicional clube pontagrossense.

“É uma noite de alegria, este encontro direto, franco e cheio de emoção com esta sociedade onde trabalhamos juntos nos últimos quarenta anos. Hoje, como candidato e parceiro de Selma Cogo, sinto que estamos numa caminhada vitoriosa e assumo, publicamente, como meus,todos os compromissos que ela pontuar para desenvolver a cidade e sua Região, em todas as suas atividades”.

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Clique no link abaixo para visualizar mais fotos

http://www.joaodestro.com.br/fotos/category/24-discurso-de-joao-destro-em-ponta-grossa.html

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DA IMPORTÂNCIA DE DIZER EU TE AMO

DA IMPORTÂNCIA DE DIZER EU TE AMO

Como é importante dizermos  essas três palavrinhas. O significado tem o poder de transformar coisas ruins em coisas maravilhosas. Quando um filho enlaça com seus braços e diz ao pai ou à mãe: eu te amo, transcorre um feixe de luzes em volta dos dois, construindo e fortalecendo os liames que os une, de forma a consolidar aqueles laços de afetividade, de amor, de querer bem. Como é bonito viver esses momentos!!

Estou acostumado a ouvir pacientes que sofrem demasiadamente e relatam a sua dor por um ente querido não manifestar seu apreço, seu carinho, sua estima, seja sua esposa, marido, filho, filha, nora, neta e por aí vai.

Engraçado o ser humano. As coisas evoluem, as descobertas do homem moderno com sua tecnologia de ponta, os laboratórios com suas pesquisas nos apresentando remédios fantásticos, a tecnologia com a velocidade da informação onde em tempos recentes nem havíamos condições de imaginar. E o ser humano, ainda hoje, fazendo uso de suas queixas habituais. Um pai, uma mãe, defronte um terapeuta, falando de forma triste, sentida, que trocaria muitas e muitas coisas que lhe são caras, gratas e importantes, por um gesto de carinho de um ente querido. Meu Deus! Com toda a evolução acima citada, e o que ainda está por vir nos próximos anos, o ser humano pouco sabe de si próprio. E, quando sabe, pouco sabe lidar consigo mesmo. Não é verdade?

Quantos e quantos se vêm nesta situação, de ter o que querem, porém, o que gostariam mesmo de ter, pouco ou nada têm. O carinho, o afeto, o reconhecimento e a gratidão poucos realmente vivenciam. Uns privilegiados, com certeza.

Mas, gente! Vamos ser honestos e sinceros. Pouco se faz para que isso aconteça. Aí vem a pergunta, por que? Porque somos duros, turrões, envergonhados, sem jeito, preconceituosos … de darmos um abraço cheio, gostoso, aquele abraço integral, maravilhoso, que nos transporta a sensações de esplendor de amor. Amor por todos os lados e poros. Beijar a quem amamos, às vezes, é algo intransponível aos nossos preceitos, preconceitos, formação, vergonha … por isso sofremos. E, diante do terapeuta, envergonhados de não sabermos e/ou não conseguirmos fazer, contamos nosso sofrimento interior por não ouvirmos essas três palavrinhas eu te amo!!

Não é fácil!! Porém, nada intransponível. Uma paciente, com extremo retardo físico, olha sempre para seus pais – adotivos – e os abraça, feliz, muito feliz, irradiando amor para todos os lados, e emite seus  sons de alegria, carinho, candura e querer bem. Ela assim se manifesta quando quer expressar seu sentimento de amor e reconhecimento. Que felicidade nessa família, apesar da provação muito forte!

A experiência do amor fraternal nos faz mais dóceis, mais pacientes, calmos, tranqüilos. Faz-nos estar de bem conosco mesmo e dilata e expande nossos valores morais, como a capacidade de amar, a capacidade de perdoar, inclusive a nós mesmos, a capacidade de tolerar, de sublimar e por aí vai.

Vamos exercitar essas três palavrinhas iniciando para conosco mesmo. Quem não consegue se amar integralmente, precisa rever o que não se perdoou ainda. Busque, analise e reflita, para então, se perdoar de suas faltas, das coisas que deixou de fazer, do que fez de forma errada … e bola pra frente, pois nunca é tarde para dizer verdadeiramente aos seus pares, entes queridos, as três palavrinhas: eu te amo!!!

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Entenda como impugnações serão julgadas

Mário Coelho

Na última semana, a palavra impugnação tem aparecido com destaque no noticiário político brasileiro. Levantamento parcial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que foram apresentadas 2.776 ações contestando os registros de cerca de 20 mil candidatos que desejam concorrer às eleições este ano. As irregularidades encontradas até o momento são diversas. As mais banais ocorrem apenas pela falta de algum documento exigido, como a foto do candidato. Outras, as mais graves, contestam as candidaturas com base na Lei da Ficha Limpa, por conta, por exemplo, de condenações criminais. Essas são as que mais provavelmente implicarão mesmo em inelebibilidade dos candidatos.

As impugnações com base no ficha limpa, até o final da tarde de ontem, somavam 403. Já foram divulgados os nomes de 397 políticos impugnados. Os outros seis, do Mato Grosso do Sul, ainda estão sob sigilo, porque o Ministério Público Eleitoral verifica se não são homônimos de outras pessoas.

Veja a lista de impugnações apresentadas pelo Ministério Público

Em primeiro lugar, é importante explicar que impugnações não significam já a decretação da cassação da candidatura. Impugnação é sinônimo de contestação. Ou seja, por entender que determinadas candidaturas estão irregulares, o Ministério Público Eleitoral, ou mesmo outros partidos e cidadãos entraram com ações de impugnação, questionaram as candidaturas. Feitas essas contestações, caberá à Justiça Eleitoral julgá-las e confirmar ou não que tais candidatos estão inelegíveis. Assim, a impugnação é apenas o início de um processo.

Para qualquer pessoa concorrer, é preciso respeitar uma série de requisitos previstos na legislação eleitoral. Os candidatos, entre outras coisas, devem comprovar que possuem idade mínima para o cargo, que se descompatibilizaram de função pública no tempo correto e possuem grau de escolaridade suficiente. Além disso, quem tiver problemas na Justiça, condenações por órgãos colegiados ou rejeição de contas pelos tribunais especializados também podem ficar de fora da eleição.

O primeiro passo para se candidatar é ser filiado a um partido político. Mas, para entrar na disputa, é preciso estar filiado na agremiação por pelo menos um ano antes da eleição. Depois, a legenda tem que aprovar os nomes em convenção, para depois entrar com o registro de todos os candidatos no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de cada estado e do Distrito Federal. Os nomes e as chapas são publicadas no Diário da Justiça.

Mesmo com a publicação, não significa que o candidato pode contar com a aprovação do registro. A partir da divulgação da lista, o Ministério Público, partidos políticos e coligações podem apresentar, no prazo de cinco dias, ações de impugnação de registro de candidato (AIRC). O objetivo do instrumento jurídico é impedir a homologação judicial da inscrição de um candidato no pleito eleitoral.

Os promotores eleitorais e os advogados dos partidos e coligações vão examinar toda a documentação apresentada pelos candidatos. Se alguém não preencher um requisito previsto na Lei Complementar 64/90 – que foi atualizada pela Lei do Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) – vai ter que se defender na Justiça. A impugnação é a contestação contra uma candidatura que tem problemas. Que pode ser a falta de um documento – do diploma escolar a uma certidão criminal – até uma condenação com sentença transitada em julgada.

Apresentadas as ações de impugnação, tanto os tribunais regionais quanto o TSE têm prazos estabelecidos para julgar todos os registros de candidatura. As cortes locais precisam analisar os casos até o dia 5 de agosto. Já para o TSE, a data final é 19/08, quando todos os recursos sobre pedido de registro de candidatos deverão estar julgados, assim como as decisões publicadas. Na prática, porém, isso pode se estender além desse prazo. O próprio presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, já adiantou que é possível que algumas ações de impugnação só sejam julgadas depois das eleições. Isso já aconteceu em pleitos passados. Impugnado um candidato pelo TRE, ele pode recorrer ao TSE. Mas o Tribunal Superior Eleitoral é a instância final sobre esses casos. Não cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal.

Não havendo impugnações, os pedidos de registro de candidatura são encaminhados aos juízes relatores, que levarão os processos para análise do plenário de cada tribunal. Mesmo que não haja contestação, a inscrição pode ser negada pela corte eleitoral, já que o magistrado responsável pelo caso vai verificar se o candidato preenche as condições de elegibilidade. Entre elas, estão a nacionalidade brasileira, o pleno exercício dos direitos políticos, o alistamento eleitoral, o domicílio eleitoral na circunscrição, a filiação partidária, a idade mínima exigida para cada cargo, bem como a verificação dos antecedentes para fins de inelegibilidade.

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Prevenção

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Evitar acidentes na área do pré-sal

deve ser meta número 1 da Petrobrás.

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O vazamento do poço de petróleo na costa norte-americana não foi apenas uma catástrofe ambiental sem precedentes, mas, também, um desastre econômico e financeiro. Pois a conta com multas, indenizações, limpeza e recuperação poderá chegar, facilmente, à casa dos trilhões de dólares. E isso sem contar os inúmeros processos individuais que os cidadãos americanos poderão levar à justiça.

Por isso, creio que o Brasil e a Petrobrás devem repensar seriamente a questão da segurança em todos os seus empreendimentos, especialmente aqueles realizados em grandes profundidades, que são de dificílimo e caríssimo acesso.  E deve tomar estas precauções, inclusive, na forma de grandes apólices de seguros.

A exploração do petróleo existente na camada pré-sal das nossas costas mal começou. Ainda dá tempo de criar rígidos e bem pensados sistemas de segurança, para evitar, para prevenir antes que o pior aconteça. Seria desastroso para a nossa natureza e também para as finanças de nossa grande companhia de petróleo.

O petróleo do pré-sal é nosso. Vamos cuidar para que ele só nos traga lucros criando, desde já, uma comissão multidisciplinar de acompanhamento, formada por técnicos especializados e representantes das várias instâncias democráticas, inclusive o parlamento. Para que o desastre acontecido no hemisfério norte sirva, ao menos, como alerta.

João Destro

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CARGA TRIBUTÁRIA DESIGUAL E INJUSTA

Carga tributária do Brasil perpetua a desigualdade, desestimula os investimentos produtivos e é moderada sobre o patrimônio

POR GERSON FREITAS JR. E LUIZ ANTONIO CINTRA

De tempos em tempos, principalmente durante as eleições, esquenta o debate sobre os impostos pagos pela sociedade brasileira. Distorcida a partir da perspectiva de uns poucos atores sociais, destaque para a eterna choradeira do empresariado, a discussão em geral cria mais fumaça do que luz. Reforça-se a falsa impressão de que a carga tributária brasileira é das mais altas do planeta. E que o apetite aguçado do Leão seria a principal causa do desempenho econômico insatisfatório do País nas últimas décadas, o que também é outro mito. Longe de ser um exemplo virtuoso para o restante do mundo, a estrutura tributária brasileira – mais do que o nível da carga – é ao mesmo tempo espelho e motor da brutal desigualdade da sociedade brasileira. Herança do período colonial, ela taxa pouco a renda e o patrimônio daqueles que ocupam o topo da pirâmide social. Um estudo do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada (Ipea) indica que os 10% mais ricos se apropriam de 75% da riqueza atualmente. No fim do século XVIII, na então escravocrata sociedade carioca, a parcela mais rica era mais moderada em sua ofensiva, ficava com 69% do bolo.

A estrutura tributária atual, como frisam os especialistas, perpetua as diferenças abissais entre os mais ricos e os mais pobres ao eleger os que têm menos para boi de piranha. Atualmente, metade da renda das famílias que ganham até dois salários mínimos (cerca de mil reais) segue para o governo federal, estados e municípios. A “mordida” cai a 26% para as famílias com rendimento mensal acima de 15 mil reais.

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A humildade dos gigantes


Com a altiva araucária paranaense, aprendi que só alcançamos as alturas quando respeitamos e fortalecemos as raízes que, humildes e fora da vista de todos, ocultas na firmeza do amor à nossa terra, sustentam as bases da vida.

Por isso, elevo meu pensamento todos os dias a Deus para agradecer tudo o que recebi e continuo recebendo da gente boa do nosso Paraná, terra onde plantei raízes firmes de trabalho, amor, paz e desenvolvimento. E peço, principalmente, para que Ele me inspire as melhores maneiras de retribuir a generosidade de sua gente, na forma de novas oportunidades para todos.

Obrigado, meu Paraná. Vamos juntos, construir um amanhã melhor, com a dignidade, a força e a retidão de uma araucária.

João Destro