Archive for agosto, 2010

João Destro na reunião da ACIC

Empresários ouviram as proposta de João Destro na ACIC

João Destro falou aos empresários da ACIC

Como ex-presidente da entidade e da Caciopar; 3º maior atacadista do país e candidato a deputado federal falou aos empresários de Cascavel

João Destro foi destaque no encontro semanal da Associação Comercial e Industrial de Cascavel, que movimentou seus associados, imprensa e convidados para ouvir seus planos e projetos, bem como suas propostas como candidato à Câmara Federal representando o Estado do Paraná, em especial Cascavel e o Oeste do Estado. Empresário bem-sucedido e empreendedor, João Destro pela primeira vez aceita o desafio de entrar para a vida pública, concorrendo a uma vaga para deputado federal pelo PPS.

Depois de participar da cerimônia de abertura, o candidato mostrou aos presentes, um filme sobre sua trajetória onde resume todo o seu projeto de candidato, expõe seus planos e sua visão política. Aproveitou ainda, boa parte do tempo destinado pela ACIC para conversar com as lideranças, que se mostraram entusiasmadas com sua candidatura e propostas para o desenvolvimento do país, com ênfase no empreendedorismo como solução para o social.

Com a forte presença de suas empresas em mais de 1000 municípios, João Destro é uma das grandes novidades das Eleições 2010. Ele tem amplo apoio de empresários e políticos no Paraná e até mesmo em âmbito nacional. Roberto Freire, presidente nacional do PPS, foi um dos principais incentivadores da candidatura de Destro. Antes de lançar candidatura a deputado federal, seu nome foi cotado, até o último momento do prazo, para a vaga de vice-governador na chapa de Beto Richa.

Com propostas profundas e embasadas na realidade, João Destro se mostrou firme e conhecedor dos pontos que estrangulam a economia do Brasil. “Temos que criar o Mercado Comum Brasileiro e retomar o passo da história. Enquanto a Europa já consolidou o Mercado Comum Europeu, nós nem mesmo conseguimos unificar os impostos dos diversos estados. Há uma guerra fiscal que atrapalha nosso crescimento e a estabilização de nossa economia. Vou para a Câmara Federal com um novo sonho: humanizar as relações entre governo e empresários, para que eles possam, através de novos empreendimentos e o fortalecimento dos já existentes, melhorar salários e aumentar a oferta de empregos. Tenho vontade de ver um Brasil progressista, moderno, com o ensino voltado à formação de profissionais e de novos empreendedores. O resto é conto da carochinha.”

Ontem, hoje e sempre, Foz é de quem a faz.

Mais de duas mil pessoas na recepção a João Destro em Foz

Amigos, escrevo ainda sob o impacto da calorosa recepção da gente boa da minha querida Foz do Iguaçu. A emoção foi grande e sinto que aumentou ainda mais a minha responsabilidade com este município que eu tanto amo e da vida da qual eu participo há mais de 40 anos. Tenho muito orgulho de ser um dos que fez de Foz o que ela é, assim como de haver contribuído para que o Oeste crescesse e aparecesse aos olhos do Brasil e do mundo. Obrigado, meus amigos. Vou retribuir todo este carinho, esta força, esta energia positiva, com muito trabalho em Brasília. Não apenas como um simples Deputado Federal, mas como um entusiasmado e incansável defendor de Foz, do Oeste e do nosso Paraná.

João Destro

Oeste assume de vez a candidatura de João Destro

Noite de festa em Foz do Iguaçu: quase 3 mil pessoas foram ao CTG Charrua, levar seu abraço e seu apoio ao candidato que a cada dia vem empolgando mais os eleitores do Paraná.

Desde que foram extintos os chamados “showmícios”, que atraiam as pessoas mais pela apresentação de músicos e celebridades nos palcos do que propriamente pelo desejo de participar do processo político, o Paraná não via tamanha presença popular como nos encontros de João Destro com os seus eleitores.

E um grande exemplo deste fenômeno aconteceu neste fim-de-semana, em Foz do Iguaçu, quando quase três mil pessoas se reuniram em saudável clima de festa e congraçamento, tendo como maior atrativo conhecer, discutir e dar força às propostas deste candidato que, aos poucos, mas com solidez, estabelece fortes bases eleitorais em todo o estado.

“No início, quando decidi ser candidato, algumas pessoas me alertaram para o fato de que restava pouco tempo de campanha e seria quase impossível enfrentar as ‘velhas raposas’, cuja maior atividade, mesmo durante os mandatos, é trabalhar pela própria reeleição”, diz João Destro. E completa, afirmando que está trabalhando dia e noite, atravessando o estado diversas vezes e gastando muita sola de sapato para levar sua mensagem aos paranaenses de todas as regiões. “Não entrei nesta luta para fazer número, entrei para ganhar e consegui, em pouco tempo ‘encorpar’ a campanha, ganhar presença na memória do eleitor e colocar a minha candidatura entre as mais viáveis do Oeste e do Paraná”, explica ele.

Foz em festa e fé no futuro.

No encontro, realizado no CTG Charrua, de Foz de Iguaçu, o público ouviu atentamente as propostas do candidato, que teve o discurso várias vezes interrompido pelas palmas dos presentes. João, presente há mais de quarenta anos na cidade, onde mantém empresas que atuam no ramo de alimentos e materiais de construção, não escondeu a satisfação e ressaltou a necessidade do eleitor local concentrar votos em quem está realmente comprometido com o município e sua região.

Falando sobre isso, João foi taxativo: “tenho uma visão global, mas com foco regionalista e vou à Câmara Federal defender os verdadeiros interesses e objetivos do Paraná e, especialmente, do Oeste, que passa por uma grande transformação não apenas em todos os setores do comércio e da indústria, como nos seus aspectos culturais”. O empresário destacou também a vocação regional para a pesquisa, a inovação e estudo, que são fundamentais para o desenvolvimento de setores econômicos de maior valor agregado: “Foz e o Oeste hoje são pólos de saber, são centros universitários de alta qualidade e isso precisa ser bem aproveitado, aqui mesmo na região. Nosso destino é sermos produtores de novas tecnologias”, falou ele a um público entusiasmado.

O empresário afirmou ainda que este será o principal foco de suas ações como representante da região em Brasília. “Quero assegurar recursos, projetos, ações, parcerias e apoios que contribuam para o desenvolvimento de uma economia dinâmica, moderna e integrada. O Oeste está maduro, preparado, pronto para dar um grande salto e tenho certeza que posso contribuir para que este avanço signifique, também, um salto na qualidade de vida da população”, diz Destro, acentuando que, no Congresso, vai buscar a composição de uma grande frente progressista com prefeitos e vereadores da Região e organizar ações conjuntas para conquistar o que o Oeste e o Paraná há muito tempo merecem. “O Oeste, Foz do Iguaçu, em especial, e a região de fronteira, sofrem um problema crônico de falta de representação no Congresso Nacional. “Chegou a hora de conquistar este espaço e me considero preparado para esta missão. Afinal, são mais de quarenta anos presente na vida de Foz do Iguaçu” , finalizou Destro, antes de ser cercado pelos seus simpatizantes vindos de todos os recantos do estado, sem necessidade de nenhuma atração a não ser a vontade de participar da construção de um novo Paraná.

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Veja abaixo mais alguns momentos do encontro:

Encontro de João Destro com os seus eleitores em Foz do Iguaçu

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Quase três mil pessoas se reuniram em saudável clima de festa e congraçamento.

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Amigos de várias partes do Estado, foram cumprimentarJoão Destro.

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É crescente o apoio a João Destro em Foz do Iguaçu.


Gargalo da infraestrutura.

O Brasil vai engarrafar?

Imaginem, meus amigos se um novo surto de crescimento econômico ocorrer no Brasil e exigir ainda mais da precária infraestrutura nacional, que já é fraquíssima em muitos setores e praticamente inexistente em outros.
Calculem as ruas das grandes cidades, por exemplo, como ficariam se as famílias hoje pobres pudessem ter um ou dois carrinhos na garagem e as opções de transporte coletivo continuassem a ser o tormento de hoje. E as estradas, e os portos e os aeroportos – que entram em pane a qualquer pequeno acréscimo de movimento?
Suspeito que, caso o país precise crescer (e como precisa, minha gente!), estaremos diante de diversos “apagões”, a exemplo dos acontecidos no setor de energia elétrica e do transporte aéreo. São os apagões estruturais, resultado de uma sucessão de administrações públicas que teimaram em só enxergar o imediato, o óbvio, o vistoso e o que (na idéia deles) dá voto.
Por isso, precisamos correr atrás e trabalhar em dobro para recuperar o tempo perdido. Vamos nos preparar desde já para um crescimento acima da média e isso se faz com planejamento, investimento, trabalho conjunto entre todos os atores da nossa sociedade, do governo e do setor produtivo.
Pois, se não tomarmos uma providência enérgica, acabaremos na ridícula situação de termos de frear o desenvolvimento, vítimas de um gigantesco engarrafamento econômico, cuja culpa cairá, merecidamente, em nossa geração.
Só para calcularmos, vai abaixo um exemplo atual, acontecido na China que, aliás, investe infinitamente mais em obras de infraestrura. Imaginemos o que pode acontecer por aqui e vamos, juntos, prevenir.
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João Destro
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Engarrafamento gigante deve durar até ‘meados de setembro’ na China

Um gigantesco engarrafamento que se estende por mais de cem quilômetros na China pode não terminar até meados de setembro, afirmaram nesta terça-feira autoridades do país.
Segundo informações do jornal estatal Global Times, o congestionamento se estende de Jining, na região autônoma da Mongólia Interior, a Huai’an, na província de Hebei, região de Pequim. O congestionamento entrou nesta terça-feira em seu décimo dia.
Um funcionário da companhia federal de tráfego chinesa afirmou que o engarrafamento não deve terminar antes do fim de obras na auto-estrada nacional que liga Pequim à Mongólia interior, e que isso deve durar “algumas semanas”.
A fila de carros e caminhões a caminho da capital chinesa move-se muito lentamente não somente devido aos trabalhos de manutenção da estrada, mas também à presença de veículos quebrados parados no caminho e ao excesso de veículos.
Os trabalhos de manutenção na estrada são necessários para o conserto de danos causados pelo aumento do tráfego de caminhões. Nos últimos anos, o uso de veículos tem ficado mais popular na China, e o governo vem investindo mais na construção de estradas.
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Fonte: BBC Brasil

O primeiro dia…


O primeiro dia do resto de nossas vidas.

Em minhas andanças pelo Paraná, nesta minha primeira participação direta em eleições, tenho encontrado de tudo um pouco. Conheci fatos, cidades e pessoas que antes eu apenas imaginava, ou nem isso, pois a realidade é muito mais rica do que aquilo que podemos criar sozinhos em nossa cabeça.

Conviver diretamente com pessoas de carne osso, ouvir suas idéias, memórias e esperanças é adquirir uma sabedoria que sequer poderíamos calcular. Posso dizer, queridos amigos, sem medo de errar, que estou aprendendo com a gente simples e humilde do meu Paraná coisas que nenhuma escola ensina e dinheiro algum do mundo compra.

Mas, por outro lado (outra coisa que aprendi é que sempre existe um “outro lado” a analisar) vemos avançar a preocupante descrença na política, nos políticos, na participação na vida pública. Quando o assunto é este, desaparece a vigorosa criatividade de nosso povo e o que vemos é a repetição de lugares comuns.

E o chavão, minha gente junto com sua prima paupérrima, a frase feita, é uma falsificação do pensamento. Ou melhor, é a repetição mecânica e sem raciocínio do pensamento que outra pessoa criou e maliciosamente espalha pelo mundo, quase sempre com objetivos inconfessáveis de dominação. É uma doença, uma idéia fixa doentia, uma hipnose coletiva criada por mentes autoritárias que querem apenas criar justificativas para deixar o povo de lado e dominar pela força.

Ouvimos pessoas repetindo como autômatos e com as palavras semelhantes, que não acreditam na política, que não crêem nos políticos, que desconfiam das instituições, que duvidam da democracia. E percebemos que elas estão, na verdade, dizendo, sem perceber, um texto decorado e tendo uma reação manipulada por lavagem cerebral. E é extremamente preocupante ver desaparecer a incrível diversidade do nosso povo quando o assunto é a política.

Claro que o Brasil precisa aperfeiçoar o seu sistema político e é óbvio que muitos se aproveitam deste ambiente confuso para realizar seus malfeitos. Mas daí a considerar a vida pública uma atividade indigna, reservada a seres malignos vai uma grande distância. A política é uma soma de cada um de nós. Apenas isso. Se não participamos, se não doamos nosso quinhão, não podemos reclamar dos resultados negativos e nem festejar os positivos.

Por isso, minha gente, quando ouvirmos aquelas frases-feitas afirmando que “político é tudo igual”, que “não dá para mudar nada” e outros chavões, devemos, com educação e boa vontade, esclarecer o interlocutor, mostrando que ele é parte da vida política, às vezes sem nem perceber. Por participação ou por inércia, queira ou não. O próprio direito tem uma palavra para quem tem oportunidade de interferir diante do mal mas não o faz: cúmplice.

Acredito na inovação, na renovação, no futuro. Acredito em uma revolução pacífica, feita por gente como a gente, que deseja criar, construir e compartilhar os resultados. Confio em nossa gente e na sua capacidade de transformação e é ela que eu pretendo levar para a política. Quero representar as pessoas que conseguem ver as coisas acima do egoísmo e da vaidade.

Acredito na grandeza do ser humano e na sua capacidade de superação. Creio firmemente que podemos, juntos, dar um novo rumo não apenas à política, mas às nossa participação na comunidade. Pois aprendi com o povo simples, sofrido e lutador do meu Paraná que todo dia é um bom dia para tomar pulso do destino e começar a fazer, nós mesmos, o resto das nossas vidas.

João Destro

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Saneamento deficiente.

Doenças, destruição da natureza e dinheiro jogado no lixo

Vocês sabem que eu sou visceralmente contra qualquer governo que interfira indevidamente na vida do cidadão. E que sou, também, um intransigente defensor da iniciativa privada e contra qualquer situação que signifique concorrência entre o Estado e as empresas.
Considero que cada um tem o seu papel e não faz bem ao país, ao povo, à democracia e, principalmente, à economia, quando chegamos a qualquer extremo. Acho que nem as empresas devem ter poder político nem os governos podem avançar no terreno da produção. Acho que isto desmerece os dois lados da questão, além de submetê-los a sérios riscos éticos, morais e legais.
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Empresas versus Governos ou Governos +empresas?
Mas isso não significa que fiquemos de braços cruzados e não trabalhemos em conjunto. Os governos não só podem como tem o dever de apontar caminhos e fornecer condições para que a sociedade (e seus empreendedores) possam atuar com segurança. Por exemplo ( e que grande, gigantesco exemplo!) no saneamento básico.
É urgente que os governos resolvam, de uma vez por todas, a vergonhosa situação deste setor. Não com palavras, mas com atos, com planejamento, com estratégia, com inteligência, com investimentos.
Precisamos trabalhar na educação, incentivando a formação de engenheiros e técnicos desta área, que estão em falta no mercado. Depois, integrar os trabalhos de municípios, estados e governo federal, para evitar sobreposição de investimentos e duplicação de projetos, assim como aumentar a eficiência, optando pela descentralização administrativa.
E, por outro lado, simultaneamente, incentivar o trabalho conjunto entre iniciativa privada, universidades e institutos de pesquisa, de modo a desenvolver e aperfeiçoar tecnologias para o setor de saneamento, tornando-as mais baratas, mais simples e mais eficientes. Investir em reciclagem, em educação ambiental, em recuperação de mares, rios e florestas é outra necessidade fundamental.
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Mãos à obra.
Queridos amigos, o Brasil está com praticamente tudo a fazer na área de saneamento. E isso que dizer, trocando em miúdos, que este setor pode gerar milhões de empregos, em número infinitamente superior ao tão falado setor petrolífero. Com a diferença que o petróleo suja e polui e o saneamento básico limpa e melhora a saúde das pessoas e da natureza.
Quero ser Deputado Federal para discutir questões fundamentais, como esta. Para fazer acontecer. Para propor e apoiar os projetos que favoreçam a nação, seu povo e seus empreendedores.
Veja, na matéria abaixo, um breve painel da preocupante situação. E vamos juntos, resolver.
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João Destro
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SANEAMENTO

IBGE: metade das cidades utiliza lixões a céu aberto

Metade dos municípios brasileiros (50,8%) despejam resíduos sólidos em vazadouros a céu aberto, mais conhecidos como lixões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que divulgou nesta sexta-feira a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB). No entanto, a pesquisa mostra redução desse índice. Em 1989, 88,2% dos municípios despejavam os resíduos em lixões.
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O Rio de Janeiro é o pior Estado da Região Sudeste nesse quesito: 33% dos municípios fluminenses ainda utilizam os lixões. Apenas 27,7% dos municípios brasileiros dão o destino correto, em aterros sanitários.
A pesquisa do IBGE apontou também para a existência de catadores de lixo em 27% dos municípios brasileiros. No Distrito Federal, há a presença desta atividade em todos os vazadouros ou aterros existentes. Em quase a metade dos lixões nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, os catadores estão presentes. Santa Catarina é o Estado com menos catadores em seus lixões ou aterros (cerca de 2%). Já no Distrito Federal, os catadores estão presentes em todos os lixões ou aterros da localidade.
A PNSB é baseada em levantamento feito nas prefeituras, em órgãos públicos e privados responsáveis por serviços de saneamento e em associações comunitárias de todos os municípios brasileiros. Baseia-se em dados oficiais dos governos municipais e não na resposta da população, como acontece com o Censo e as Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios (PNADs).
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FONTE: AGÊNCIA ESTADO

Empreendedorismo nas escolas.


Está na hora do Brasil pagar para ver.

Quem me conhece sabe que destaco, entre as minhas propostas, que a disciplina empreendedorismo seja obrigatória, começando já no ensino fundamental. Acredito, sinceramente, que precisamos preparar desde cedo as crianças e os jovens para as grandes mudanças em curso no mercado de trabalho, seja qual for a profissão escolhida por eles.

Quero deixar claro que não pretendo que todos os alunos sejam comerciantes ou industriais, mas que sejam ensinados a bem administrar suas próprias carreiras, a serem criativos, participantes, comprometidos e tenham atitudes proativas em seus ambientes de trabalho, sejam eles quais forem. O importante é que sejam empreendedores, que vejam a si mesmo com respeito e saibam se colocar corretamente nos locais onde atuarem.

O estudante aprenderá a valorizar a si mesmo, a cultivar a sua carreira pessoal com o mesmo cuidado que uma empresa tem com sua marca, valorizando seus conhecimentos, personalidade, habilidades, talentos. Pois hoje, mais do que nunca, ele mesmo, o empreendedor, é o seu primeiro e mais importante empreendimento.

Por isso, vejo com preocupação que os conteúdos e a didática aplicada em nossas escolas ainda estão voltados a uma estrutura cultural, social e econômica do passado. Sabemos que cada vez existe menos espaço para aquele típico “funcionário” de antigamente, especializado em alguma coisa e desinteressado nos demais aspectos do seu trabalho, inclusive os que acontecem na sala ao lado da sua. O mercado não pode se dar ao luxo de manter peças obsoletas em seus quadros. Aliás, muito pelo contrário, raríssimos os postos de trabalho compatíveis com pessoas acomodadas e que não assumem riscos e responsabilidades.

Por isso, acho fundamental que a educação brasileira avance. Quero ver o Brasil criar uma nova geração empreendedora, corajosa, ousada, capaz de criar um ambiente propício a descobertas e inovações, que são os produtos que mais dão lucro em todos os campos de trabalho do mundo atual – e mais ainda no futuro.

É claro que, fazendo isso, teremos que conviver com pessoas cada vez mais exigentes, críticas e questionadoras – e isso levará a uma mudança profunda nas relações entre a sociedade, o governo, a justiça, o parlamento. Só quem depende de curral eleitoral precisará ficar preocupado com isso.

Tem uma opinião sobre o assunto? Não se acanhe. Entre em contato comigo. Será um prazer conversar com você.

João Destro

Saúde

Onde estão os nossos representantes?

Uma das mais fortes razões para eu ter aceitado a missão de ser Deputado Federal foi a indignação de ver o Paraná sendo tratado de uma forma que não merece.

É terrível perceber que, em muitas e importantes questões, nosso estado fica em segundo plano no conjunto da nação, recebendo atenção menor do que unidades da federação que contribuem com valores menores que 10% dos tributos gerados no Paraná.

A perda de bilhões de reais com a transferência do ICMS sobre a energia elétrica para os estados consumidores é um exemplo claro disso. A demora na vinda das verbas para metrô e outras grandes obras urbanas é outro. As perdas cambiais na exportação de grãos achatam a lucratividade e reduzem a capacidade de investimento dos nossos produtores rurais. E por aí vai, em quase todos os setores. Pense um pouco e você se lembrará de um caso em que o Paraná foi injustiçado no contexto nacional.

Nossos empreendedores poderiam fazer muito mais e multiplicar os empregos, a renda e as oportunidades para os trabalhadores, se tivéssemos em Brasília alguém com prestígio, independência, credibilidade e peso político brigando pelas nossas grandes causas. Quero ser esta pessoa, este representante, este Deputado Federal capaz de abrir portas e se fazer ser ouvido na esfera federal. Quero um Paraná forte, que ajude os estados mais necessitados (pois o equilíbrio faz bem para todos), mas que não seja deixado de lado na hora de receber o que merece.

Leia a matéria abaixo e veja se não é caso de se indignar e perguntar: – Onde estão os nossos representantes?

João Destro

Paraná  lidera produção com fibra cancerígena

Considerado prejudicial à saúde pela OMS, o amianto é proibido em 58 países e quatro estados brasileiros. Paraná mantém uso e processamento


Todos os anos, o amianto leva à morte 90 mil pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Considerada cancerígena pela OMS, a substância é encontrada em abundância no Brasil e suas fibras são muito usadas na fabricação de telhas, caixas-d’água, pastilhas de freio, tecidos, tintas e outros produtos. O uso e o processamento do mineral são banidos em 58 países e quatro estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Pernambuco). Na contramão, o Paraná é o maior produtor de manufaturados com amianto do Brasil.
O Paraná passou a abrigar empresas processadoras de amianto depois que a substância foi banida na metade dos estados da região Sudeste. Em Curitiba e região metropolitana estão concentradas fábricas de três grandes empresas do setor: Eternit, Multilit e Esdralit. Entretanto, não é apenas o Paraná que continua a trabalhar com o mineral. O Brasil ocupa a terceira colocação em produção e exportação de amianto, além de ser o quinto maior consumidor da substância.
“O amianto é um reconhecido cancerígeno que provoca uma série de doenças malignas em operários e pessoas que não foram expostas [à substância] no trabalho”, explica a fundadora da Associação Brasileira de Expostos ao Amianto (Abrea), Fernanda Gianasi. Entre as doenças desencadeadas devido à inalação da poeira da fibra de amianto estão a abestose (rigidez nos alvéolos pulmonares), o câncer de pulmão, da laringe, do sistema digestivo e dos ovários; e a mesotelioma (forma rara de câncer que atinge a membrana que reveste os pulmões).
Fernanda chama atenção para a ausência de dados relacionados a doentes expostos indiretamente ao amianto, como famílias de operários que trabalham com a substância, vizinhos de fábricas e consumidores de produtos. Ela acrescenta que as 40 empresas produtoras de amianto no Brasil, em especial as 17 ligadas ao Instituto Bra sileiro Crisotila (IBC), conseguiram uma autorização no Supremo Tribunal de Justiça para não informar se há doentes em suas fábricas e quem são eles, provocando um “silêncio epidemiológico”.
Maior defensor do uso de amianto no Brasil, o IBC relaciona a segurança do processo do produto a cuidados industriais como enclausuramento de equipamentos, umidificação de locais com poeira e monitoramento da saúde dos funcionários. “De todos os trabalhadores que foram admitidos na atividade a partir de 1980, não existe nenhum registro de trabalhador que tenha adoecido”, de fende a presidente do IBC Marina Júlia de Aquino. Segundo o IBC, não há qualquer registro no mundo de morador com telhado de fibrocimento (com amianto) que tenha adoecido em função disso. “O Brasil usa cobertura de amianto há mais de 70 anos. Mais de 50% da cobertura brasileira é de fibrocimento”, afirma.

Projetos de lei tentam proibir uso do amianto
A proibição do processamento e uso da fibra de amianto é tema de discussão em projetos de lei que tramitam em todas as esferas do Legislativo. Há duas semanas, os riscos do mineral foram apresentados aos vereadores de Curitiba, na Câmara Municipal. Uma proposta da vereadora Noêmia Rocha (PMDB) prevê a proibição do uso de produtos que contenham amianto em obras públicas e privadas. O projeto tramita na Casa desde março de 2009 e aguarda votação. “Curitiba é considerada ‘capital ecológica’. Está demorando muito para se proibir o amianto”, diz a vereadora.
Na Assembleia Legislativa há mais dois projetos – um do deputado Luiz Eduardo Cheida (PMDB) e outro de Ney Leprevost (PP). Ambos encontram-se parados. Em Brasília, a Câmara dos Deputados criou um grupo de trabalho do amianto na Comis são de Meio Ambiente e De sen volvimento Sustentável. Desde 2009, o grupo analisa a questão com visitas a fábricas e mineradoras.
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Opinião
“Os projetos de lei ficam sempre emperrados”, reclama Fernanda Gianasi, fundadora da As socia ção Brasileira dos Expostos ao Amianto. “Não existe lógica nessas leis que falam de banimento do uso do produto”, contrapõe a presidente do Instituto Brasileiro Crisotila, Marina Júlia de Aqui no.
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Fonte: Manuela Salazar – Gazeta do Povo -PR
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Vocação para gigante.

Com apoio ao empreendedor, Brasil será nova potência mundial.

Quando a imprensa noticia os números e as grandes vitórias da economia brasileira eu sinto um misto de alegria e preocupação. Explico os porquês destes sentimentos antagônicos. Primeiro, fico feliz, como cidadão e empresário brasileiro, pelo sucesso da nossa economia e crescimento sólido do mercado interno do Brasil, um cenário que há algumas décadas seria considerado praticamente impossível. Fico orgulhoso da nossa gente, dos nossos empreendedores, que mostraram seu talento, competência e capacidade de trabalho.
Entretanto, ao mesmo tempo, fico preocupado com o desequilíbrio social que ainda freia a nossa entrada no universo das nações consideradas “de primeiro mundo”. E mais ainda com a demora e tomar certas decisões estratégicas, que poderiam garantir ao país um desenvolvimento mais equilibrado emenos sofrimento para tantos compatriotas. Para isso, em minha opinião, não podemos deixar passar este momento histórico, no qual uma série de conjunções internacionais abriram espaço para nações como o Brasil. Precisamos aproveitar este “embalo”, esta “gordura”, este bom momento, em que o país tem fôlego para tomar decisões e condições de financiá-las.
Desculpem-me se volto a bater na mesma tecla, mas considero o apoio forte, efetivo e integral aos empreendedores a mais necessária e urgente das providências a serem tomadas. Pois são eles que podem multiplicar rapidamente os recursos para eles dirigidos e, simultaneamente, dividi-los na forma de salários, impostos e investimentos que farão aquecer ainda mais o mercado interno e acelerar a nossa capacidade de exportação, criando assim um desejado círculo virtuoso. E quando eu digo “dinamizar o mercado interno”, estou falando, principalmente, em desenvolvimento social, em paz e prosperidade para todos.
Muitos produzindo, muitos trabalhando, muitos podendo consumir as boas coisas produzidas no país. É assim que se constrói uma nação mais equilibrada, capaz de dar ao seu povo o bem-estar e a qualidade de vida que, com nosso trabalho, já fizemos por merecer. Se quiser conversar sobre este assunto, você é muito bem-vindo. Pois, já diziam os gregos antigos, da discussão nasce a luz.
Veja a matéria abaixo.
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João Destro
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Brasil supera Alemanha e é 4.º maior mercado de carros

Em dez anos, no máximo, vendas nacionais de veículos ultrapassarão também as japonesas, dizem analistas.
São Paulo – O Brasil recuperou, no acumulado dos sete meses do ano, a quarta posição mundial em vendas de veículos. O posto havia sido perdido para a Alemanha ao final do primeiro semestre, depois de três meses na posição. A disputa entre os dois países é acirrada. A diferença de consumo entre brasileiros e alemães até agora é de apenas 23 mil automóveis.
Mesmo que as duas nações cheguem ao fim do ano perto de um empate técnico, analistas do setor automotivo apostam que, a partir de 2011, o Brasil começará a se distanciar da Alemanha. Até o fim da década, deverá ser a terceira potência mundial em vendas, ultrapassando também o Japão.
De janeiro a julho, foram vendidos no Brasil 1,882 milhão de veículos, incluindo caminhões e ônibus. Na Alemanha foram 1,859 milhão. No ano passado, a diferença entre os dois mercados era de 908 mil unidades a mais para os alemães.
O país europeu sentiu mais os efeitos do fim dos subsídios governamentais para a venda de carros neste ano. A medida foi adotada em diferentes proporções por vários governos, inclusive o brasileiro, para amenizar os efeitos da crise financeira mundial entre o fim de 2008 e 2009.
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Ranking
Hoje, o ranking mundial de consumo tem a China disparada na frente, com 10,2 milhões de unidades. Em segundo estão os EUA, com 6,6 milhões, e em terceiro o Japão, com 3,1 milhões. Estudo da consultoria internacional Roland Berger aponta que o Brasil chegará ao fim de 2010 como quarto principal mercado de veículos, com diferença aproximada de 400 mil unidades para a Alemanha. Nos sete meses do ano, o país europeu viu suas vendas caírem 27% em relação a igual período de 2009. O Brasil registrou crescimento de 8,5%.
O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, prefere não comemorar o salto no ranking antes do tempo. “A diferença para a Alemanha é pequena e muita água ainda pode rolar”. Para ele, “o importante é que o Brasil é um grande mercado e tem atraído novos investimentos”.
As montadoras nacionais anunciaram investimentos de US$ 11,2 bilhões nos próximos dois anos. O montante inclui a construção de três novas fábricas, todas em São Paulo. Uma é a da japonesa Toyota, em Sorocaba; outra da coreana Hyundai, em Piracicaba; e a terceira da chinesa Chery, em Jacareí. O país abriga atualmente 18 montadoras de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, com 24 fábricas em vários estados. No polo automotivo paranaense, quatro marcas são produzidas: Volkswagen, Renault, Nis san e Volvo.
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Crescimento
Entre os quatro grandes produtores mundiais, o Brasil foi o que cresceu menos neste ano, na comparação com 2009. Belini justifica que Japão e EUA vêm de ba ses muito fracas em 2009, pois ambos foram fortemente afetados pela crise de crédito. A China é o país que tem apresentado fôlego maior para crescimento sustentável em todos os setores econômicos, não só no automotivo.
O Brasil, por sua vez, cresce em cima de um mercado recorde no ano passado, resultado que será superado neste ano. O país saltou de vendas de 1,25 milhão de automóveis em 1999, quando era 11.º no ran king mundial, para um mercado de 3,14 milhões em 2009, quinto lugar na lista.
A Alemanha, no mesmo pe ríodo, ficou estagnada. Com 4,1 milhões de unidades vendidas há uma década, era terceira no ranking. Em 2009, caiu para a quarta posição, com 4 milhões de veículos. Este ano deve descer mais um degrau, com vendas inferiores a 3 milhões de car ros, segundo a Roland Berger.
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Fenômeno China
O fenômeno China pulou de 1,8 milhão de carros vendidos em 1999 (7.º no ranking) e assumiu o topo no ano passado, com 13,6 milhões. Os EUA, lí der há dez anos, com 16,9 mi lhões de veículos, caiu para o se gundo lugar, com 10,6 mi lhões. O Japão deixou o segundo lugar, com 5,8 milhões de unidades, e foi para o terceiro, com 4,6 milhões.
“O Japão é um mercado ma duro, com indústria consolidada e 1,7 habitante por veículo, o que não permite muito crescimento, pois as vendas basicamente são para reposição”, avalia o sócio da consultoria Pri ceWaterhouse Coopers, Mar celo Cioffi. Já o Bra sil, diz ele, tem quase sete habitantes por veículo e grande capacidade de continuar crescendo. O cenário é ajudado pela estabilidade econômica, que gera empregos, renda e crédito farto.
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Fonte: Agência Estado

Beto e João

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Beto Richa valoriza parceria com João Destro

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Com o título “Beto Richa está com João Destro” o site do candidato a governador  45 homenageou o candidato a deputado federal 2345, o empresário João Destro.

Clic no link e confira a matéria completa.

http://www.betoricha.com.br/youtubeto/index/80

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Paraná desigual.

Concentração de infraestrutura prejudica pequenos municípios e freia desenvolvimento social dos grandes.

 O desequilíbrio na distribuição de riquezas no Brasil não ocorre apenas entre as pessoas e as classes sociais, mas, também, entre seus municípios. 
Esta desigualdade tem origem na maldição da falta de infraestrutura, que afeta a maioria do território nacional e ajuda a perpetuar uma realidade socioeconômica perversa. 
 Se não mudarmos o rumo da economia, será sempre assim e, certamente, vai piorar: os empreendimentos escolhem as cidades mais bem servidas de estrutura e lá geram empregos, renda, assim como pagam seus tributos. Com isso, as regiões que já eram mais bem servidas ficam ainda mais dinâmicas, concentram a maior parte das oportunidades de trabalho e, consequentemente, atraem para si uma verdadeira procissão de pessoas e famílias em busca de empregos, saúde, escolas, perspectivas de futuro. Mas, com a chegada descontrolada desta massa humana, os municípios mais ricos acabam perdendo em qualidade de vida, em segurança e em tantos outros quesitos, como podemos observar em todo o Paraná. 
 A minha proposta, como Deputado Federal, é estabelecer um plano de ocupação equilibrada do estado, começando por descobrir as vocações regionais e apoiar suas potencialidades, assim como apoiar decisivamente aquelas que já se mostraram viáveis. 
 Quem, como eu, deseja um Paraná mais justo e equilibrado dos pontos de vista social, econômico, estrutural, político e demográfico, venha conversar comigo. Precisamos de idéias novas e de gente com vontade de colocá-las em prática. Venha comigo. Porque juntos podemos mais. 

Veja a reportagem que destaco mais abaixo. E reflita sobre ela. 

João Destro 

Municípios mais ricos concentram 47% da riqueza do país, diz Ipea 

Muitos com pouco, e poucos com muito. A frase que ilustra a desigualdade entre os brasileiros ricos e pobres é válida também para o conjunto de municípios do país. 

Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), 1% dos municípios mais ricos respondem por 47% de toda riqueza produzida no Brasil. Por outro lado, 70% das cidades mais pobres respondem por apenas 14,7% do PIB (Produto Interno Bruto). 

A comparação com dados históricos indica que os municípios mais ricos respondem por uma fatia cada vez maior das riquezas do país. Em 1920, os 70% mais pobres respondiam por 31,2% do PIB — mais do que o dobro do cenário atual. 

O estudo do Ipea mostra ainda que as desigualdades entre os municípios cresce em ritmo menor desde 2000.As explicações passam pelo maior investimento público em energia e infraestrutura, como o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), e pelo avanço das políticas de transferência de renda. Mesmo assim, os programas, por si só, não foram suficientes para diminuir o grau da concentração da renda. 

Entre 1996 e 2007, houve aumento da desigualdade entre os municípios mais ricos e mais pobres no Espírito Santo (3,7%) e no Mato Grosso do Sul (1,9%). O Acre (13,5%), Sergipe (11,3%) e Rondônia (9,0%) foram os Estados com maior queda no índice no mesmo período. Goiás (0,3%) e São Paulo (1,3%) apresentaram as menores reduções na desigualdade territorial da renda. 

Ainda conforme os dados, os Estados com maior expansão dos PIBs municipais não foram os mesmos com as mais expressivas quedas no grau de desigualdade da riqueza territorial. 

E ntre as conclusões do estudo, está a necessidade de realizar investimentos em infraestrutura. “Sem isso, o Brasil corre o sério risco de repetir o passado, com forte concentração da produção da riqueza nacional em pouquíssimos municípios, Estados e regiões”, diz o Ipea. ”

A União, os Estados e municípios detêm a atual missão estratégica de convergir para um grande planejamento de um desenvolvimento menos concentrado da riqueza nacional. Do contrário, o país pode continuar a registrar queda na desigualdade de renda pessoal, sem que, necessariamente, prevaleça a desconcentração e menor desigualdade territorial na participação dos municípios no PIB nacional”, concluem os pesquisadores. 

Fonte: UOL Notícias.