A vida pede água.

Melhoria da renda no campo é bom pra todo mundo.

A agricultura continua sendo a base da economia paranaense, mas ainda está longe de obter o lucro financeiro e social que merece por seus grandes esforços.
A grande questão continua sendo o atual modelo, que privilegia a exportação de grãos in natura e que, no final das contas, só beneficia ao Governo Federal, com sua sede de dólares para atingir suas metas do tal de “superávit primário” e tapar os rombos do “milagre brasileiro”.
Estados, municípios e, especialmente, os próprios produtores, sentem na carne essa política que os deixa à mercê de uma variação cambial que nos últimos anos só tem trazido grandes prejuízos. (Aliás, proporei no Congresso, junto com a bancada do Paraná, uma lei que dê compensações sobre as perdas de exportadores devido à supervalorização do real frente ao dólar – mas sobre isso comentarei em outra ocasião.)
Pois bem, meus amigos. Só em perdas devido à precariedade do sistema de transporte, o produtor paranaense deixa de faturar cerca de R$ 1,5 bilhão por ano. O custo do pedágio até nosso porto é um assalto. A burocracia é grande, o crédito é pouco e os juros continuam entre os maiores do mundo. Não existe uma política efetiva de agroindustrialização que agregue valor e somos obrigados a fazer negócios da China – bons para os orientais e para o governo brasileiro, pelo motivo que expliquei acima.
E é desta brava gente, que luta com dificuldades para manter-se de pé em meio a tantos problemas, que cobramos a preservação, manutenção e recuperação dos recursos naturais.
Os agricultores tem, sob sua guarda, a maior parte daquilo que chamamos patrimônios naturais, entre eles, o fundamental, a água. Não é possível que a sociedade continue cega a ponto de não perceber que o homem do campo precisa ser recompensado por isso. Quem já cuidou de um jardim de dez metros quadrados pode avaliar o que significa zelar pela saúde de muitos hectares de terra e ainda arrancar dela o seu sustento.
Sabemos que jardins botânicos e pequenos santuários de vegetação natural necessitam de equipes de especialistas para serem mantidos e, mesmo assim, de vez em quando acontecem surpresas desagradáveis que afetam aquele ecossistema. Então, como cobrar de nossos agricultores a manutenção de áreas que, pensando bem, são como salva-vidas do próprio planeta, sem que a eles sejam dados recursos, tecnologia, apoio?
Paremos de hipocrisia. Antes de repreender o vício, precisamos premiar a virtude. Ou a sociedade se mobiliza para isso ou logo estaremos todos pagando a conta. E ela será alta. Para conhecer um exemplo de iniciativa interessante, viável e efetiva neste sentido, clique no link e leia a matéria.
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João Destro
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Economistas, empresários e governos buscam formas de pagar (e receber) pela preservação dos recursos do planeta. Por que isso é essencial para nós

por Aline Ribeiro (Época, 18.09.2010)
O agricultor Hélio de Lima, de 58 anos, é um homem de sorte. Em sua propriedade rural na cidade de Extrema, divisa entre os Estados de Minas Gerais e São Paulo, há dez nascentes. Quando as águas encontram os riachos vizinhos, ajudam a formar o rio da foto que abre esta reportagem. O gado nunca passou sede. Não falta à família água para se banhar nos fins de semana. Além disso, há um ano, Lima passou a lucrar diretamente com suas fontes. Em troca de preservá-las, ganha da prefeitura em torno de R$ 1.300 todo mês.
Para saber mais:
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Conhecimento, talento e experiência nos negócios.

O Brasil precisa de deputados que compreendam

as letras miúdas dos grandes contratos.

O Brasil está entrando, cada vez mais, no mundo do grande comércio internacional. E para sair-se bem nesta região turbulenta e cheio de perigos, onde os interesses em jogo são ainda maiores que as impressionantes cifras envolvidas, precisamos de gente competente e talentosa no comando.
Não apenas na diplomacia e no poder executivo, mas, especialmente, no Congresso, pois, em minha opinião, para ser considerado bom para o país um negócio deve ser, em primeiro lugar, bom também para nosso povo. E essa decisão deve passar, sem dúvida, pela Casa do Povo. Apenas para destacar uma entre muitas situações que requerem alta capacidade de avaliação e força de negociação, anexei, abaixo, matéria da BBC sobre o grande porto a ser construído no Rio de Janeiro e que, para muitos, é como um caminho aberto para a entrega dos recursos naturais do Brasil in natura para a China a preço de banana.
É ou não é um bom negócio? Quantos deputados do Brasil tem real conhecimento e experiência para analisar um projeto desta envergadura, com tamanha importância no curto, médio e longo prazo? E, desta minoria, quantos estão imunes aos “agrados” com que estes negociantes costumam tentar amolecer as fibras dos homens públicos?
Por isso, meus amigos, quero ser Deputado Federal e dividir com o Brasil esta minha grande experiência em números, acordos, contratos, índices e tantos detalhes técnicos envolvidos em negócios internacionais. Acredito que a minha presença no Congresso será de grande utilidade nestas e em outras questões, como, por exemplo, na criação de leis e normas que garantam a competitividade das nossas empresas neste complexo contexto que é o marcado global.
Alguns de vocês devem ficar curiosos para saber a minha opinião sobre o caso em particular das relações Brasil/China, que tanto tem chamado a atenção da imprensa internacional. Desculpem, mas vou deixar que vocês imaginem o seu Deputado Federal atual, isto é, aquele que vocês elegeram em 2006, diante da complexidade deste projeto e tendo de defender esta ou aquela decisão sobre o assunto.
Se você ficou na dúvida sobre a capacidade dele nestas questões, pense seriamente na possibilidade de me confiar o seu voto. Pois o Paraná e o Brasil vão estar cada vez mais, nos próximos anos, diante de difíceis escolhas com repercussões na vida de todos nós.
Confira a matéria abaixo e opine.
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João Destro
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ECONOMIA INTERNACIONAL

Jornal questiona se China é parceira ou ’saqueadora’ do Brasil
O jornal britânico The Guardian destaca em sua edição desta quinta-feira a construção de um enorme complexo portuário e industrial na costa do Estado do Rio de Janeiro, apelidado de “Estrada para a China”, e questiona se o gigante asiático é um “parceiro” ou um “saqueador” do Brasil.
“Milhares de toneladas de minério de ferro, grãos, soja e milhões de barris de petróleo devem passar pela ‘estrada’ a cada ano em seu caminho para o Oriente, onde eles irão aliviar a aparentemente insaciável sede da China por recursos naturais”, diz o Guardian.
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Neocolonialismo
Na reportagem intitulada “Parceiro ou saqueador?”, o jornal afirma que investimentos como o Super Porto do Açu garantiriam o acesso a recursos naturais fundamentais do Brasil.
No texto, o complexo de mais de R$ 4 bilhões e com área equivalente a 12 mil campos de futebol é descrito como “uma nova fase nas relações entre Brasil e China” pelo secretário de desenvolvimento econômico do Rio, Júlio Bueno.
Mas o jornal diz também que a obra está gerando protestos dos que veem a presença chinesa como neocolonialismo. O economista Delfim Netto é citado na reportagem, com uma declaração em que afirma que é um “erro grave” permitir que um país estrangeiro compre terras, minerais e recursos naturais do Brasil.
O empresário por trás do super porto, Eike Batista, rechaça as críticas ao crescente volume de investimentos chineses no País em entrevista ao jornal britânico.
“A associação entre Brasil e China é uma estrada de mão dupla”, disse Batista ao Guardian. “Se você quer três toneladas de minério de ferro bruto, você produz uma tonelada de aço no Brasil.”
“Essa filosofia está ganhando reconhecimento e é ótima para ambos os lados”, defendeu o empresário, que é o homem mais rico do País.
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Petrobras
O interesse chinês no Brasil também é assunto de uma reportagem do Financial Times nesta quinta-feira, que diz que investidores do país asiático estão analisando com interesse especial uma oferta de ações da Petrobras.
O FT fala dos “sólidos laços econômicos” estabelecidos entre os dois países nos últimos anos e destaca que a China considera o acesso a petróleo e gás uma questão de segurança nacional, já que o país é o segundo maior consumidor do mundo e produz menos da metade do que precisa.
Segundo o jornal, “as grandes empresas de petróleo chinesas estariam interessadas principalmente em investimentos não-operacionais em alguns dos campos de pré-sal brasileiros, o que poderia ajudá-las a ganhar experiência de operação em situações tecnicamente complexas”.
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Fonte: BBC/Brasil

Na reta final, vamos acelerar.


Juntos, somos mais fortes.

Agradeço do fundo do coração a todos vocês, meus amigos e minhas amigas, que acompanham essa trajetória rumo ao Congresso e me ajudam com seu apoio, energia e disposição.

É a força vinda de vocês que sustenta esta campanha e me mantém firme nesse compromisso que eu assumi com a minha consciência e que pode ser resumido em uma frase:“Se os bons não ocuparem espaço na política, os maus o farão.”

É minha primeira candidatura a qualquer cargo público e preciso muito da sua ajuda e de todos os que, de alguma maneira, foram colocados por Deus em meu caminho. Acredito que a maneira mais digna de entrar para a vida pública é assim, com o apoio de pessoas que me conhecem, que trabalharam comigo, que foram meus representantes, clientes, funcionários. Pois, me conhecendo, podem tomar uma decisão consciente.

Quero ser Deputado Federal para representar, lá no Congresso Nacional, gente como nós, que não tem medo de trabalhar, que é útil à coletividade, que luta, que enfrenta os problemas com coragem, que progride e espalha progresso.

Peço a você que me ajude nesta reta final, recomendando meu nome a amigos, familiares, colegas, vizinhos e conhecidos. Fale a eles sobre mim ou indique o meu site www.joaodestro.com.br para que eles possam saber mais sobre a minha vida e minhas propostas.

Venha conversar comigo pessoalmente, trocar idéias e fortalecer nossa luta. Essa luta é sua também. Juntos, podemos mais. Muito obrigado.

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João Destro

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Boa fase. Até quando?

O futuro do nosso desenvolvimento

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Acabei de ler no site da BBC uma interessante entrevista com o italiano Pier Carlo Padoan, secretário-geral e economista-chefe da OECD, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, (OCDE), cuja visão sobre o Brasil tem muitos pontos em comum com a minha. O respeitado economista começa destacando o ritmo de crescimento do nosso país e a nossa capacidade de resistir bem à crise financeira global.
Segundo Padoan, o Brasil é “história de sucesso” neste contexto “porque soube encontrar um novo equilíbrio entre o livre mercado e a intervenção do Estado na economia.” Sábias palavras, talvez até mais sábias do que ele possa imaginar, em se tratando do governo brasileiro! Imaginem vocês se, em um período tão turbulento, ainda estivéssemos de mãos totalmente amarradas, atrelados ao trem fantasma do Governo, como em muitos (e terríveis) períodos. Certamente, seríamos o reflexo aumentado da crise mundial, com a economia descendo célere a ladeira com o peso de tanta burocracia, ineficiência e corrupção pesando às costas.
Ainda segundo o presidente da OECDE, “Brasil encontrou um equilíbrio importante entre o crescimento econômico e as questões sociais, mas pode crescer muito mais se houver melhorias na educação e no sistema fiscal”.
Ele diz, ainda, que o Brasil precisa aproveitar este seu bom momento para quebrar barreiras comerciais, culturais e políticas, integrar-se mais profundamente com a Europa e garantir que esse processo de desenvolvimento seja sólido e duradouro.
Mas, para isso, caros amigos, o Brasil precisa abandonar o vício da interferência na economia. Não estou aqui pregando a anarquia, dizendo que o país deve decretar o vale tudo no setor produtivo. Muito pelo contrário, desejo que seja estabelecida uma fronteira bem clara entre as atribuições do governo, das forças sociais e da iniciativa privada. Pois os dois lados desta questão devem explicações ao povo trabalhador, que está cada vez mais exigente e já não se conforma com empregos que mal e parcamente garantem a sobrevivência, mas deseja bons empregos, que paguem bem e que permitam investir no seu bem estar e de suas famílias.
O Governo já tem muito o que fazer na saúde, na educação, na segurança, na habitação, no saneamento básico, na fiscalização do meio ambiente e não pode perder tempo interferindo onde não é necessário. Assim como o setor privado deve limitar a sua atuação na política à defesa legítima de seus interesses e não na forma de corrupção, propina, busca de vantagens pessoais e favorecimentos ilícitos. Uma boa tarefa, neste sentido, seria a união dos setores produtivos por uma reforma fiscal.
Resumindo, eu proponho que um Brasil com mais força para o empreendedor e mais oportunidades para o trabalhador. Para que o desenvolvimento econômico seja sólido e as conquistas sociais permanentes, precisamos encontrar a dose exata de liberdade e bom senso, que nos permita crescer e resgatar a imensa dívida que o país ainda tem com grande parte de sua população.
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João Destro

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“O Brasil é um grande país com uma taxa de crescimento forte, que demonstrou sua capacidade para enfrentar uma grande crise melhor do muitos outros países. Há várias ações que podem ser feitas para melhorar a situação e aumentar a capacidade de crescimento. No caso do Brasil, identificamos margens de crescimento potencial associadas à melhoria do sistema educacional, ou seja, do capital humano e, também, ligadas aos investimentos em inovação no país. O Brasil pode melhorar seu sistema fiscal. Há margens para o Estado melhorar sua arrecadação e também ser mais eficaz na utilização dos recursos. Se houver progressos nessas áreas, haverá um crescimento forte a longo prazo.”


Pier Carlo Padoan, secretário-geral e economista-chefe da OECD, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico

Paraná do futuro

A hora e a vez da inovação

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Um país, na medida em que avança, vai se tornando, naturalmente, uma sociedade mais complexa e heterogênea. E a sua economia tem de acompanhar este ritmo, para que não seja vítima de graves desequilíbrios.
O Brasil, por exemplo, durante séculos, foi estruturado a partir de um modelo exportador com base na agricultura extensiva, muitas vezes em regime de monocultura. Hoje, este modelo se mostra ultrapassado e, por mais que os agricultores consigam produzir e exportar, isso não bastará para manter o equilíbrio de nosso mercado interno. O mesmo podemos dizer em relação às atividades de mineração ou de extração vegetal. Se não agirmos com urgência, cometeremos o pecado de perder o ímpeto e a capacidade de trabalho de uma nova geração de brasileiros.
É óbvio que não estou aqui contestando o valor da agricultura brasileira, uma das mais pujantes do mundo. O que quero dizer é que o Brasil tem novas exigências que não podem ser supridas por modelos antigos. O país já alcançou um patamar de avanço social, cultural e tecnológico que necessita, para ser mantido, de atividades com alto valor agregado. O Paraná, neste ponto, pode se tornar a vanguarda de um processo de renovação nacional.
E isso, meus queridos amigos, se consegue com investimentos em inteligência, criatividade, ousadia, ou, em outras palavras, inovação. Esta é a palavrinha mágica destes novos tempos e o Brasil terá de subir este degrau se quiser que sua economia responda aos desafios da pressão demográfica e da crescente urbanização do país. E isto não se consegue apenas vendendo grãos em natura ou fabricando produtos com marcas e tecnologias vindas de outras nações.
O segredo está em criar. Em inventar produtos que permitam ganhar mais dinheiro com menos desgaste social e menor impacto ambiental. Criar novos nichos e explorar melhor o que já temos. O nosso povo, graças a Deus, tem talento como poucos, bastando apenas, para desabrochar, que se invista seriamente em uma educação empreendedora, que faça de cada brasileiro um inventor em potencial.
Que tal, juntos, levarmos esta discussão à Câmara de Deputados e colocarmos esse assunto na pauta das prioridades nacionais, para ser transformado em projetos, ações e investimentos?
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João Destro
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Leia a seguir um exemplo de um típico investimento da nova economia.

 


 

Empresa italiana vai construir três parques eólicos na Bahia

 

O Enel Green Power, grupo da empresa de energia elétrica italiana Enel, venceu leilão para a construção de três parques eólicos para gerar um total de 90 megawatts na Bahia, informou nesta sexta-feira (3) em nota a companhia.

Com uma capacidade instalada de 30 MW cada um, Cristal, Primavera e São Judas, como se chamarão estes três parques, serão capazes de gerar mais de 390 mil MWh anuais, o que é igual ao consumo de aproximadamente 245 mil lares brasileiros e evitar a emissão de cerca de 270 mil toneladas de CO2 na atmosfera, acrescenta o Enel.

Os parques eólicos serão construídos na Bahia e, devido a sua situação semiárida, aproveitará os incentivos dirigidos ao desenvolvimento da infraestrutura, acrescentou a empresa.

Segundo a elétrica, os três parques eólicos começarão a operar na segunda metade do ano de 2013.

O Enel também adquiriu o direito a assinar um contrato de 20 anos para vender a eletricidade gerada das três fábricas através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica a um preço indexado a 100% da inflação brasileira.

“Este resultado é muito importante para nós, dadas as excelentes qualidades de nossos projetos em termos de produtividade, competitividade de custo e retorno sobre investimento,” disse Francesco Starace, Presidente do Enel Green Power.

“Além disso, estamos reforçando nossa presença no Brasil, [...] expandindo também nossa atividade na geração de energia. O Brasil é um grande mercado com recursos renováveis abundantes, e com uma demanda de energia que reflete uma economia em contínuo desenvolvimento”, acrescenta Starace.

Fonte: EFE/Roma

Viva o Brasil, pátria da tolerância

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Lembrei agora de um interessante ensinamento chinês, que ultrapassou a barreira do tempo e chegou até nós com aquela delicadeza típica da China milenar, na forma de uma historieta. Você pode achar estranho eu estar aqui falando de outro país em plena semana da pátria, mas tenha paciência, por favor, que logo mais você entenderá onde entra o Brasil nesta história.
O pensamento diz mais ou menos o que reproduzo a seguir:
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“Um homem depositava flores no túmulo do paí, quando vê outro altamente concentrado, colocando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele fica observando e, logo que o termina o pequeno ritual, pergunta ao outro:
- Perdão, amigo, mas você acha mesmo que o defunto virá comer este delicioso prato de arroz?
E o outro responde, sorrindo:
- Sim, claro que virá, no mesmo dia em que o seu vier cheirar estas belas flores.”

De um texto tão pequeno, podemos extrair uma enorme lição, talvez a mais importante para os turbulentos tempos que vivemos. Tolerância com as diferenças e o respeito às opções das outras pessoas, em todos os aspectos, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode conquistar. Pessoas são diferentes e agem cada uma à sua maneira e não devemos julgá-las, apenas compreendê-las.
Acredito que uma das características mais louváveis do Brasil é justamente a tolerância. Por isso, não posso aceitar este modelo socioeconômico e cultural que aí está e faz com que a nossa população fique cada vez mais arredia e desconfiada, vítima dos problemas sociais, da dureza do dia-a-dia, da violência e do desrespeito aos seus direitos.
O Brasil que eu amo, o Brasil que eu quero bem, o Brasil que faz os meus olhos se encherem de lágrimas de orgulho é a pátria da tolerância, do respeito à diversidade, do encontro fraterno de culturas, religiões, etnias. E é por esse Brasil simples, honesto e poderoso, cujo grande coração pode ajudar o mundo a ser mais feliz que eu quero trabalhar. Quero ser Deputado Federal deste Brasil admirável em sua simplicidade e que precisa avançar sem nunca abandonar a tolerância e o respeito que fazem de nós uma nação diferenciada.
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Um feliz Brasil pra vocês!
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João Destro
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Questão de honra.

Palavra de homem racha, mas não volta diferente.

Sou nascido e criado em um tempo em que a palavra dada valia como contrato. Sou da época em que os acordos eram selados com o “fio do bigode” e cumpri-lo uma obrigação sagrada para qualquer pessoa de bem. No comércio, a forma mais comum de crédito era o famoso “caderninho”, cuja garantia única era a mútua confiança, a certeza de que o comerciante só marcaria o que foi comprado e o freguês, por sua vez, pagaria o devido.
Entro na política partidária com a personalidade forjada dentro destes conceitos de honra e honestidade pessoal. Por mais que seja fácil, conveniente e até mesmo tentador entrar no vale tudo das palavras enganosas tão em pauta hoje em dia, algo lá no fundo de minha alma continua dizendo, com muita força: “palavra de homem racha, mas não volta diferente”.
Alguns dizem que esse tipo de atitude é uma espécie de suicídio dentro do meio político atual. Mas não estou interessado, nesta altura da minha vida, a fazer papel de moleque ou cafajeste. Venho para a vida pública com meu caráter formado e bem definido. Acredito, inclusive, que esse meu modo de ver as coisas é a maior contribuição que posso dar para a construção do futuro do meu estado e da minha pátria. Não pretendo passar a perna em ninguém, e não admito que ajam comigo com desonestidade e conversa mole. O povo já diz daqueles que gostam de fingir, mentir e enganar: malandragem demais atrapalha.
Gosto de ser assim e não me interessa agradar e nem conviver com aqueles que tem a “língua dividida” e nenhum compromisso com a palavra empenhada. A esses, tratarei de desmascarar publicamente, se for o caso, como já fiz nos negócios, ao lidar com empresários farsantes.
Aos enganadores da política, terei sempre uma só palavra: a palavra de honra.
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João Destro
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João Destro na reunião da ACIC

Empresários ouviram as proposta de João Destro na ACIC

João Destro falou aos empresários da ACIC

Como ex-presidente da entidade e da Caciopar; 3º maior atacadista do país e candidato a deputado federal falou aos empresários de Cascavel

João Destro foi destaque no encontro semanal da Associação Comercial e Industrial de Cascavel, que movimentou seus associados, imprensa e convidados para ouvir seus planos e projetos, bem como suas propostas como candidato à Câmara Federal representando o Estado do Paraná, em especial Cascavel e o Oeste do Estado. Empresário bem-sucedido e empreendedor, João Destro pela primeira vez aceita o desafio de entrar para a vida pública, concorrendo a uma vaga para deputado federal pelo PPS.

Depois de participar da cerimônia de abertura, o candidato mostrou aos presentes, um filme sobre sua trajetória onde resume todo o seu projeto de candidato, expõe seus planos e sua visão política. Aproveitou ainda, boa parte do tempo destinado pela ACIC para conversar com as lideranças, que se mostraram entusiasmadas com sua candidatura e propostas para o desenvolvimento do país, com ênfase no empreendedorismo como solução para o social.

Com a forte presença de suas empresas em mais de 1000 municípios, João Destro é uma das grandes novidades das Eleições 2010. Ele tem amplo apoio de empresários e políticos no Paraná e até mesmo em âmbito nacional. Roberto Freire, presidente nacional do PPS, foi um dos principais incentivadores da candidatura de Destro. Antes de lançar candidatura a deputado federal, seu nome foi cotado, até o último momento do prazo, para a vaga de vice-governador na chapa de Beto Richa.

Com propostas profundas e embasadas na realidade, João Destro se mostrou firme e conhecedor dos pontos que estrangulam a economia do Brasil. “Temos que criar o Mercado Comum Brasileiro e retomar o passo da história. Enquanto a Europa já consolidou o Mercado Comum Europeu, nós nem mesmo conseguimos unificar os impostos dos diversos estados. Há uma guerra fiscal que atrapalha nosso crescimento e a estabilização de nossa economia. Vou para a Câmara Federal com um novo sonho: humanizar as relações entre governo e empresários, para que eles possam, através de novos empreendimentos e o fortalecimento dos já existentes, melhorar salários e aumentar a oferta de empregos. Tenho vontade de ver um Brasil progressista, moderno, com o ensino voltado à formação de profissionais e de novos empreendedores. O resto é conto da carochinha.”

Ontem, hoje e sempre, Foz é de quem a faz.

Mais de duas mil pessoas na recepção a João Destro em Foz

Amigos, escrevo ainda sob o impacto da calorosa recepção da gente boa da minha querida Foz do Iguaçu. A emoção foi grande e sinto que aumentou ainda mais a minha responsabilidade com este município que eu tanto amo e da vida da qual eu participo há mais de 40 anos. Tenho muito orgulho de ser um dos que fez de Foz o que ela é, assim como de haver contribuído para que o Oeste crescesse e aparecesse aos olhos do Brasil e do mundo. Obrigado, meus amigos. Vou retribuir todo este carinho, esta força, esta energia positiva, com muito trabalho em Brasília. Não apenas como um simples Deputado Federal, mas como um entusiasmado e incansável defendor de Foz, do Oeste e do nosso Paraná.

João Destro

Oeste assume de vez a candidatura de João Destro

Noite de festa em Foz do Iguaçu: quase 3 mil pessoas foram ao CTG Charrua, levar seu abraço e seu apoio ao candidato que a cada dia vem empolgando mais os eleitores do Paraná.

Desde que foram extintos os chamados “showmícios”, que atraiam as pessoas mais pela apresentação de músicos e celebridades nos palcos do que propriamente pelo desejo de participar do processo político, o Paraná não via tamanha presença popular como nos encontros de João Destro com os seus eleitores.

E um grande exemplo deste fenômeno aconteceu neste fim-de-semana, em Foz do Iguaçu, quando quase três mil pessoas se reuniram em saudável clima de festa e congraçamento, tendo como maior atrativo conhecer, discutir e dar força às propostas deste candidato que, aos poucos, mas com solidez, estabelece fortes bases eleitorais em todo o estado.

“No início, quando decidi ser candidato, algumas pessoas me alertaram para o fato de que restava pouco tempo de campanha e seria quase impossível enfrentar as ‘velhas raposas’, cuja maior atividade, mesmo durante os mandatos, é trabalhar pela própria reeleição”, diz João Destro. E completa, afirmando que está trabalhando dia e noite, atravessando o estado diversas vezes e gastando muita sola de sapato para levar sua mensagem aos paranaenses de todas as regiões. “Não entrei nesta luta para fazer número, entrei para ganhar e consegui, em pouco tempo ‘encorpar’ a campanha, ganhar presença na memória do eleitor e colocar a minha candidatura entre as mais viáveis do Oeste e do Paraná”, explica ele.

Foz em festa e fé no futuro.

No encontro, realizado no CTG Charrua, de Foz de Iguaçu, o público ouviu atentamente as propostas do candidato, que teve o discurso várias vezes interrompido pelas palmas dos presentes. João, presente há mais de quarenta anos na cidade, onde mantém empresas que atuam no ramo de alimentos e materiais de construção, não escondeu a satisfação e ressaltou a necessidade do eleitor local concentrar votos em quem está realmente comprometido com o município e sua região.

Falando sobre isso, João foi taxativo: “tenho uma visão global, mas com foco regionalista e vou à Câmara Federal defender os verdadeiros interesses e objetivos do Paraná e, especialmente, do Oeste, que passa por uma grande transformação não apenas em todos os setores do comércio e da indústria, como nos seus aspectos culturais”. O empresário destacou também a vocação regional para a pesquisa, a inovação e estudo, que são fundamentais para o desenvolvimento de setores econômicos de maior valor agregado: “Foz e o Oeste hoje são pólos de saber, são centros universitários de alta qualidade e isso precisa ser bem aproveitado, aqui mesmo na região. Nosso destino é sermos produtores de novas tecnologias”, falou ele a um público entusiasmado.

O empresário afirmou ainda que este será o principal foco de suas ações como representante da região em Brasília. “Quero assegurar recursos, projetos, ações, parcerias e apoios que contribuam para o desenvolvimento de uma economia dinâmica, moderna e integrada. O Oeste está maduro, preparado, pronto para dar um grande salto e tenho certeza que posso contribuir para que este avanço signifique, também, um salto na qualidade de vida da população”, diz Destro, acentuando que, no Congresso, vai buscar a composição de uma grande frente progressista com prefeitos e vereadores da Região e organizar ações conjuntas para conquistar o que o Oeste e o Paraná há muito tempo merecem. “O Oeste, Foz do Iguaçu, em especial, e a região de fronteira, sofrem um problema crônico de falta de representação no Congresso Nacional. “Chegou a hora de conquistar este espaço e me considero preparado para esta missão. Afinal, são mais de quarenta anos presente na vida de Foz do Iguaçu” , finalizou Destro, antes de ser cercado pelos seus simpatizantes vindos de todos os recantos do estado, sem necessidade de nenhuma atração a não ser a vontade de participar da construção de um novo Paraná.

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Veja abaixo mais alguns momentos do encontro:

Encontro de João Destro com os seus eleitores em Foz do Iguaçu

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Quase três mil pessoas se reuniram em saudável clima de festa e congraçamento.

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Amigos de várias partes do Estado, foram cumprimentarJoão Destro.

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É crescente o apoio a João Destro em Foz do Iguaçu.


Gargalo da infraestrutura.

O Brasil vai engarrafar?

Imaginem, meus amigos se um novo surto de crescimento econômico ocorrer no Brasil e exigir ainda mais da precária infraestrutura nacional, que já é fraquíssima em muitos setores e praticamente inexistente em outros.
Calculem as ruas das grandes cidades, por exemplo, como ficariam se as famílias hoje pobres pudessem ter um ou dois carrinhos na garagem e as opções de transporte coletivo continuassem a ser o tormento de hoje. E as estradas, e os portos e os aeroportos – que entram em pane a qualquer pequeno acréscimo de movimento?
Suspeito que, caso o país precise crescer (e como precisa, minha gente!), estaremos diante de diversos “apagões”, a exemplo dos acontecidos no setor de energia elétrica e do transporte aéreo. São os apagões estruturais, resultado de uma sucessão de administrações públicas que teimaram em só enxergar o imediato, o óbvio, o vistoso e o que (na idéia deles) dá voto.
Por isso, precisamos correr atrás e trabalhar em dobro para recuperar o tempo perdido. Vamos nos preparar desde já para um crescimento acima da média e isso se faz com planejamento, investimento, trabalho conjunto entre todos os atores da nossa sociedade, do governo e do setor produtivo.
Pois, se não tomarmos uma providência enérgica, acabaremos na ridícula situação de termos de frear o desenvolvimento, vítimas de um gigantesco engarrafamento econômico, cuja culpa cairá, merecidamente, em nossa geração.
Só para calcularmos, vai abaixo um exemplo atual, acontecido na China que, aliás, investe infinitamente mais em obras de infraestrura. Imaginemos o que pode acontecer por aqui e vamos, juntos, prevenir.
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João Destro
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Engarrafamento gigante deve durar até ‘meados de setembro’ na China

Um gigantesco engarrafamento que se estende por mais de cem quilômetros na China pode não terminar até meados de setembro, afirmaram nesta terça-feira autoridades do país.
Segundo informações do jornal estatal Global Times, o congestionamento se estende de Jining, na região autônoma da Mongólia Interior, a Huai’an, na província de Hebei, região de Pequim. O congestionamento entrou nesta terça-feira em seu décimo dia.
Um funcionário da companhia federal de tráfego chinesa afirmou que o engarrafamento não deve terminar antes do fim de obras na auto-estrada nacional que liga Pequim à Mongólia interior, e que isso deve durar “algumas semanas”.
A fila de carros e caminhões a caminho da capital chinesa move-se muito lentamente não somente devido aos trabalhos de manutenção da estrada, mas também à presença de veículos quebrados parados no caminho e ao excesso de veículos.
Os trabalhos de manutenção na estrada são necessários para o conserto de danos causados pelo aumento do tráfego de caminhões. Nos últimos anos, o uso de veículos tem ficado mais popular na China, e o governo vem investindo mais na construção de estradas.
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Fonte: BBC Brasil