Candidatos x tratamento: imagem na campanha e realidade nas ruas

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Uma das características da personalidade de João Destro que vem chamando a atenção por onde quer que ele passe é seu relacionamento “sem cerimônia” no trato com o eleitor de todos os níveis sociais. Isso devido ao desenvolvimento de sua capacidade de ouvir, compreender e assimilar as idéias por eles trazidas. “A campanha cresce muito com estes contatos diários e diretos com as pessoas” diz Destro, destacando que passou o tempo do político “sabichão”, “coronel”, que sabe de tudo e não escuta ninguém. “Este tempo passou. O Paraná ultrapassou esta fase e agora quer políticos que façam acontecer, que tragam resultados efetivos, que não envergonhem um estado tão importante”, afirma, salientando, ainda, que o crescimento de sua candidatura é uma prova concreta de que o paranaense deseja a modernidade, a justiça social e o equilíbrio econômico e ambiental. Segundo Destro, passou o tempo de político agressivo e valentão:  “O povo cansou de bravatas e agora quer ser representado por pessoas qualificadas, que possam ir a Brasília e discutir de igual para igual, para poder então, trazer benefícios reais para o Paraná”.

Campanha limpa

Dentro desta proposta de ser um candidato “cara limpa”, João Destro alerta os eleitores para os candidatos simulados e/ou dissimulados. “Apesar de toda disputa eleitoral envolver certo marketing político, afinal cada campanha busca apresentar seu candidato da melhor forma possível, é preciso ter um limite, aquele que não despolitiza a disputa, tirando a verdade dos candidatos”, alerta o candidato João Destro. “Portanto, cuidado com as campanhas que controlam demasiadamente seus candidatos, que os apresentam o mais simpáticos possível, dizendo sempre o que os eleitores querem ouvir, trazendo-os com caras e sorrisos falsos”, completa.

sorrisofalso

A verdadeira disputa é aquela em torno do que cada partido defende como sendo o melhor para seu Estado, para o Brasil, para os cidadãos. Por isso, o eleitor precisa ficar atento e levar em consideração como acontece o trato do político nas ruas com seus eleitores, pois este é “mais verdadeiro”, não passa por programas que melhoram a “imagem” do candidato.